Não sou neutra,tenho posição e opinião!Ao comentar respeite minha corrente de pensamento e seja educado.
12 julho 2011
27 abril 2011
Texto de Rafael Cardoso publicado no Blog acasadorafael
É Aedes ou Teo, qual o nome do mosquito?
Na ultima semana a comunidade acadêmica do Campus I(Arapiraca) da Universidade Estadual de Alagoas ficou surpresa com a grande quantidade de focos e de mosquitos Aedes Aegypti, O mosquitinho da Dengue ou da febre amarela, como for à preferência.
Eu, assim como qualquer um não quero contrair nenhum tipo de doença, junto com muitos outros estudantes fiz parte de um movimento que entregara um documento a diretora do Campus, Professora Maria Helena, solicitando uma solução enérgica para o nosso probleminha. No corredor do Curso de História a quantidade de mosquitos era estarrecedora, inclusive muitos falaram que era uma nova espécie, são Aedes Revolucionarius.
Agora, é muito importante não esvaziarmos o conteúdo político do que esta acontecendo e não responsabilizarmos as vitimas. O verdadeiro mosquito que incômoda atende por outro nome e curiosamente não esta no corredor de história, trata-se de uma espécie conhecida em Alagoas e que ataca de varias maneiras, na UNEAL esta fazendo isso sob outra perspectiva, já vimos muitas maneiras e estamos inaugurando essa.
Nosso firme inseto é Teo Vilela, pois por mais que essa peste invada a Universidade através de focos contidos nos copinhos e blá blá blá é o governador que trata a UNEAL a picadas, evidente que os focos do Teo Aegypti estão espalhados pela estrutura do prédio. Necessitamos de uma solução pontual, que nos dê condições de assistir às nossas aulas sem o pânico de voltarmos pra casa com algum tipo de enfermidade.
Mas não vamos esquecer que a solução pra esse e vários outros tipos de problemas passa impreterivelmente por uma ampla reforma ou até mudança das instalações do Campu I da UNEAL. Já o combate ao Teo Aegypti é diferente, como não da pra reformar ou mudar o estado de canto, temos mesmo que combater e disputar espaço com esse cara que de tucano foi pra mosquito.
Assim, quem sabe, teremos uma Universidade sem Teo, quer dizer, livre dengue.
20 abril 2011
Retirado do site:Operamund
Marilyn, militante do movimento conservador Tea Party, pediu desculpas e afirmou que se tratava de uma piada de internet. “Todos os que me conhecem sabem que não sou racista. Foi uma brincadeira. Tenho amigos negros. Ainda assim o e-mail foi enviado a poucas pessoas, nunca pensei que incomodasse”, afirmou Marilyn Davenport à revista OKWeekly, que revelou o e-mail.
Ela disse também que recebeu o e-mail e logo passou adiante, sem pensar que poderia ser ofensivo. “Humildemente peço desculpas e peço que me perdoem por minha conduta insensata”.
De acordo com Marilyn, a foto lhe pareceu engraçada não pelo fato de o presidente aparecer representado como um macaco, mas por questionar seu local de nascimento.
Ela afirmou ainda que, na política dos EUA, há “dois pesos e duas medidas” porque há muitos “e-mails brincalhões” que fazem referência ao ex-presidente George W. Bush [2001-2009] e "ninguém dos meios de comunicação se queixa”.
Pedido de renúncia
Ativista de direitos civis norte-americanos e a representação do Partido Republicano no condado de Orange exigiram a renúncia de Marilyn. Eles alegam que a mensagem foi racista e que tal comportamento não pode ser tolerado.
Alice Huffman, presidente da Associação Nacional para o Progresso das Pessoas de Cor na Califórnia (NAACP) condenou a foto reproduzida pela imprensa local e exigiu a demissão de Marilyn Davenport, membro do Comitê do Partido Republicano de Orange.
Tim Whitacre, um membro do comitê central do Partido Republicano na Califórnia, disse, por sua vez, que "se tratava de um e-mail privado, enviado de sua casa a alguns amigos.
"Não estou defendendo o e-mail nem seu conteúdo. O que defendo é Marilyn, eu a conheço”, afirmou.
Ela, no entanto, afirma que não se afastará da política. "Não renunciarei a meu posto por esse assunto. É uma tempestade em copo d'água”, respondeu
Tome nota:Em terras americanas racismo é uma tempestade em copo d'água?Vamos enviar emails a esta senhora comparando-a a uma macaquinha para vê se ela cai na risada.
Uma dirigente republicana do condado de Orange, no sul da Califórnia, Marilyn Davenport enviou um e-mail a seus colegas de partido com uma montagem na qual o presidente norte-americano, Barack Obama
, aparece como um pequeno macaco, filho de uma família de chimpanzés.
Na parte inferior da foto, há ainda a seguinte afirmação: "Agora você sabe por que não há certidão de nascimento". A frase é uma referência a uma polêmica criada em torno do local de nascimento de Obama. Recentemente, ele tem sido pressionado a tornar pública sua certidão de nascimento, já que o Tea Party tem alimentado o boato de que o presidente não nasceu no Havaí, mas sim em um país estrangeiro. Se a versão do movimento conservador fosse comprovada, ele seria obrigado a deixar o cargo. A Constituição dos Estados Unidos não permite que estrangeiros se candidatem à presidência.
Reprodução/OKWeekly
A montagem que gerou polêmica
Na parte inferior da foto, há ainda a seguinte afirmação: "Agora você sabe por que não há certidão de nascimento". A frase é uma referência a uma polêmica criada em torno do local de nascimento de Obama. Recentemente, ele tem sido pressionado a tornar pública sua certidão de nascimento, já que o Tea Party tem alimentado o boato de que o presidente não nasceu no Havaí, mas sim em um país estrangeiro. Se a versão do movimento conservador fosse comprovada, ele seria obrigado a deixar o cargo. A Constituição dos Estados Unidos não permite que estrangeiros se candidatem à presidência.
Reprodução/OKWeekly
A montagem que gerou polêmica
Marilyn, militante do movimento conservador Tea Party, pediu desculpas e afirmou que se tratava de uma piada de internet. “Todos os que me conhecem sabem que não sou racista. Foi uma brincadeira. Tenho amigos negros. Ainda assim o e-mail foi enviado a poucas pessoas, nunca pensei que incomodasse”, afirmou Marilyn Davenport à revista OKWeekly, que revelou o e-mail.
Ela disse também que recebeu o e-mail e logo passou adiante, sem pensar que poderia ser ofensivo. “Humildemente peço desculpas e peço que me perdoem por minha conduta insensata”.
De acordo com Marilyn, a foto lhe pareceu engraçada não pelo fato de o presidente aparecer representado como um macaco, mas por questionar seu local de nascimento.
Ela afirmou ainda que, na política dos EUA, há “dois pesos e duas medidas” porque há muitos “e-mails brincalhões” que fazem referência ao ex-presidente George W. Bush [2001-2009] e "ninguém dos meios de comunicação se queixa”.
Pedido de renúncia
Ativista de direitos civis norte-americanos e a representação do Partido Republicano no condado de Orange exigiram a renúncia de Marilyn. Eles alegam que a mensagem foi racista e que tal comportamento não pode ser tolerado.
Alice Huffman, presidente da Associação Nacional para o Progresso das Pessoas de Cor na Califórnia (NAACP) condenou a foto reproduzida pela imprensa local e exigiu a demissão de Marilyn Davenport, membro do Comitê do Partido Republicano de Orange.
Tim Whitacre, um membro do comitê central do Partido Republicano na Califórnia, disse, por sua vez, que "se tratava de um e-mail privado, enviado de sua casa a alguns amigos.
"Não estou defendendo o e-mail nem seu conteúdo. O que defendo é Marilyn, eu a conheço”, afirmou.
Ela, no entanto, afirma que não se afastará da política. "Não renunciarei a meu posto por esse assunto. É uma tempestade em copo d'água”, respondeu
Tome nota:Em terras americanas racismo é uma tempestade em copo d'água?Vamos enviar emails a esta senhora comparando-a a uma macaquinha para vê se ela cai na risada.
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piada sem graça,
Racismo
15 outubro 2010
Meus caros senhores
e senhoras do mundo
entender-me pudesem!
não acredito em deus
porque me diz respeito não crêr
não deixo de pensar em deus por ele
mas por mim
se o problema fosse deus
beijava-lhe os pés
se o diabo, neste cospia
mas vejam que cena
que estupidez existir
pergunto: para que existir?
e me respondem: para duas coisas,
adorar a deus e renegar o diabo.
repito: que estupidez existir.
agora precisam de mim
para escolher entre os dois
nem deus nem o mundo
e derrepente me dão
o voto último
que culpa tenho eu
se o outro não gosta do do um?
entendão-se eles que são eternos.
antes, enterder-me pudessem!
se o problema fosse deus
cederia eu: existe, ele.
ele sim , que é deus, não eu.
eu não sou deus: eu não existo.
não existo!
e antes disso nasci,
percebem agora o tempo que não tenho?
para quem tem eternidade
faz sentido perder tempo
a beijar um, cuspir noutro.
não existo!
eu não tenho eternidade.
aí vem um "ele" e diz que eu tenho.
ora! não existo.
não tenho, entendo de mim mais que um "ele".
e por não ter a eternidade
quero o direito as que realmente tenho.
se não existo, logo é nada
quero direito ao nada.
tenho direito ao tempo entre
meu nascimento e minha morte
entretempo este que subestimam
diante do que chamam eterno.
querem viver para sempre?
têm todo o direito!
e todo tempo tem também
para achar um sentido
caso um dia percebam
a estupidez de existir
a beijar um e cuspir noutro.
mas se nunca atinarem com isso
que se deliciem com o eterno
que façam festa com seus céus e infernos.
mas que não sejam em detrimento
do meu único entretempo,
a que chamo vida, imteira.
a que chamam pedaço
de uma coisa maior.
eu que, talvez sério demais,
chamo a vida de vida
e não pedaço da mesma.
mas talvez não me entendam
porque, apesar de eternos, não tem tempo,
ou não querem, tempo.
porém se trata aqui de mim
não da existência de deus, que desconheço.
quem quiser viver pra sempre, viva
eu quero é nada mais.
não me botem alma empalhada.
é errado o homem dizer
mesmo em horas da mais completa serenidade
fundo no vazio do tempo,
preso antes a falsa moralidade servil.
que se libertou.
é liberto, e não regridirá mais...
e senhoras do mundo
entender-me pudesem!
não acredito em deus
porque me diz respeito não crêr
não deixo de pensar em deus por ele
mas por mim
se o problema fosse deus
beijava-lhe os pés
se o diabo, neste cospia
mas vejam que cena
que estupidez existir
pergunto: para que existir?
e me respondem: para duas coisas,
adorar a deus e renegar o diabo.
repito: que estupidez existir.
agora precisam de mim
para escolher entre os dois
nem deus nem o mundo
e derrepente me dão
o voto último
que culpa tenho eu
se o outro não gosta do do um?
entendão-se eles que são eternos.
antes, enterder-me pudessem!
se o problema fosse deus
cederia eu: existe, ele.
ele sim , que é deus, não eu.
eu não sou deus: eu não existo.
não existo!
e antes disso nasci,
percebem agora o tempo que não tenho?
para quem tem eternidade
faz sentido perder tempo
a beijar um, cuspir noutro.
não existo!
eu não tenho eternidade.
aí vem um "ele" e diz que eu tenho.
ora! não existo.
não tenho, entendo de mim mais que um "ele".
e por não ter a eternidade
quero o direito as que realmente tenho.
se não existo, logo é nada
quero direito ao nada.
tenho direito ao tempo entre
meu nascimento e minha morte
entretempo este que subestimam
diante do que chamam eterno.
querem viver para sempre?
têm todo o direito!
e todo tempo tem também
para achar um sentido
caso um dia percebam
a estupidez de existir
a beijar um e cuspir noutro.
mas se nunca atinarem com isso
que se deliciem com o eterno
que façam festa com seus céus e infernos.
mas que não sejam em detrimento
do meu único entretempo,
a que chamo vida, imteira.
a que chamam pedaço
de uma coisa maior.
eu que, talvez sério demais,
chamo a vida de vida
e não pedaço da mesma.
mas talvez não me entendam
porque, apesar de eternos, não tem tempo,
ou não querem, tempo.
porém se trata aqui de mim
não da existência de deus, que desconheço.
quem quiser viver pra sempre, viva
eu quero é nada mais.
não me botem alma empalhada.
é errado o homem dizer
mesmo em horas da mais completa serenidade
fundo no vazio do tempo,
preso antes a falsa moralidade servil.
que se libertou.
é liberto, e não regridirá mais...
19 setembro 2010
Por um domingo divertido
Aproveite este último domingo de inverno e celebre a vida,“We No Speak Americano”, coreografado por Suzanne Cleary & Peter Harding, dirigido por Jonny Reed.
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